O Presidente da associação afirma que consumidor tem que escolher o que é mais conveniente para ele
O surgimento do Pix levantou dúvidas sobre como ficariam os pagamentos por meio de cartões. Isso porque esse serviço permite transferências de dinheiro em tempo real e gratuitas para as pessoas físicas, servindo, portanto, como mais um meio de pagamento à disposição do consumidor. E para a Abecs, associação que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento, isso é positivo.
"O consumidor tem que ter o direito de usar o que seja melhor pra ele na hora de pagar. Se o melhor for o débito via NFC (sistema de aproximação), perfeito. Se alguém tem dinherio em conta e prefere usar o Pix, porque a experiência é melhor, ótimo. E assim por diante", afirma Pedro Coutinho, presidente da associação.
Ele afirma uma parte importante da população adotou o Pix como meio e pagamento e que ele passou a ser usado como um substituto de transferências como TED e DOC. No entanto, ainda não há dados sobre o impacto do Pix o dinheiro.
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